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Com mais de 30 entidades na organização, entre elas a Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras – Fasubra Sindical, será lançada nesta quarta-feira (15), a Campanha Salarial 2012 dos servidores públicos federais no Espaço do Servidor, localizado em frente ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, em Brasília/DF.
Este ano a pauta contém sete eixos centrais: definição de data-base para 1º de maio; políticasalarial permanente para o setor público; cumprimento de acordos e protocolos de intenção firmados com o governo; contra qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores; retirada de projetos de lei, medidas provisórias e decretos contrários aos interesses do setor público; paridade entre ativos, aposentados e pensionistas e benefícios.
A programação prevê atividades de mobilização na parte da manhã e a partir das 14 horas os trabalhadores acompanharão na Câmara dos Deputados à reativação da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Público, que acontecerá no Plenário I.
Uma das demandas que os trabalhadores devem apresentar à frente é a retomada das discussões sobre negociações entre Governo Federal e o conjunto dos servidores, processo que estava em andamento, mas foi interrompido por conta do falecimento do secretário de Recursos Humanos em janeiro passado.
Mesmo assim, a expectativa é de que não só as reuniões sejam reativadas, como também seja colocado em prática o calendário de oficinas sobre insalubridade, gratificação de qualificação, diretrizes de carreira, gratificação de desempenho e aglutinação de cargos, que vinha sendo posto em prática, por se tratar de ocasiões importantes que garantiriam a continuidade dos processos denegociação.
Mobilização – A mobilizações dos servidores, que não descartam totalmente a realização de greve, traz ainda uma série de atividades durante todo o mês de março em todos os estados do país. Elas incluem, por exemplo, a realização de uma grande marcha a Brasília no dia 28 de março.
Se todos esses mecanismos de pressão não derem resultado, ou seja, se o governo não restabelecer os canais de negociação e não apresentar propostas concretas de atendimento à pauta de reivindicações ao conjunto dos SPFs, existe a possibilidade de, depois de ouvidas as bases sindicais, ser deflagrada greve por tempo indeterminado a partir abril.
Fonte: Página da FASUBRA Sindical – www.faubra.org.br
Foto: Página da FASUBRA Sindical
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